Alvo da Operação Bon Vivant é preso enquanto tentava fugir na Paraíba
A Polícia Civil da Paraíba, em uma ação integrada com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), prendeu, nesta quinta-feira (17), um homem apontado como o “número dois” de uma organização criminosa investigada na Operação Bon Vivant. A captura aconteceu no município de Itapororoca, no Litoral Norte da Paraíba, no momento em que o investigado tentava fugir.
De acordo com as investigações, o homem seria proprietário de um haras e de cavalos de raça e também atuaria como intermediador junto a empresas de criptomoedas utilizadas no esquema de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.
A prisão dá continuidade à Operação Bon Vivant, deflagrada na última terça-feira (15). Na primeira fase da ação, foram presas 27 pessoas e houve o bloqueio de aproximadamente R$ 144 milhões em bens e ativos financeiros supostamente ligados ao grupo criminoso.
O trabalho contou com a participação do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRACCO), da Delegacia de Repressão aos Entorpecentes de Campina Grande (DRE-CG), da Unintelpol e da 4ª Superintendência Regional de Polícia Civil (SRPC), além da PRF.
Após a prisão, o investigado foi conduzido à unidade policial para os procedimentos cabíveis e permanece à disposição do Poder Judiciário. Segundo a Polícia Civil, as ações integradas têm como objetivo desarticular organizações criminosas e combater o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro na Paraíba.
De acordo com as investigações, o homem seria proprietário de um haras e de cavalos de raça e também atuaria como intermediador junto a empresas de criptomoedas utilizadas no esquema de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.
A prisão dá continuidade à Operação Bon Vivant, deflagrada na última terça-feira (15). Na primeira fase da ação, foram presas 27 pessoas e houve o bloqueio de aproximadamente R$ 144 milhões em bens e ativos financeiros supostamente ligados ao grupo criminoso.
O trabalho contou com a participação do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRACCO), da Delegacia de Repressão aos Entorpecentes de Campina Grande (DRE-CG), da Unintelpol e da 4ª Superintendência Regional de Polícia Civil (SRPC), além da PRF.
Após a prisão, o investigado foi conduzido à unidade policial para os procedimentos cabíveis e permanece à disposição do Poder Judiciário. Segundo a Polícia Civil, as ações integradas têm como objetivo desarticular organizações criminosas e combater o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro na Paraíba.
