Presidente Lula diz que não irá implorar por votos de outros partidos para as eleições de 2026
O Presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) na
segunda-feira (7) em visita ao Maranhão, para acompanhar a inauguração de 2.837
unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, afirmou que não irá
implorar por apoio de outros partidos para as eleições de 2026. Ele também diz
achar difícil algum candidato vencê-lo.
Na ocasião, o presidente foi questionado sobre as pressões
feitas pelo Progressistas e União Brasil, partidos que se uniram em uma
federação, pela demissão dos ministros André Fufuca (Esportes) e Celso Sabino
(Turismo).
Em resposta, Lula destaca que a decisão caberá aos ministros, e
reforça o seu de desejo de ver ambos atuando no governo. Em seu ponto de vista,
considera desnecessário o PP e o União Brasil ameaçarem os ministros de
expulsão dos partidos caso permaneçam na gestão.
“Eu não vou implorar para nenhum partido estar comigo,
vai estar comigo quem quiser estar comigo. Não sou daqueles que ficam tentando
comprar deputado. Vai ficar comigo quem quiser, quem quiser ir para o outro
lado que vá, e que tenha sorte porque nós temos certeza de uma coisa: a extrema
direita não voltará a governar esse país”, afirmou.
“Se as cosias estão dando certo, por que mexer? Por que
essa pequenez de achar que atrapalhar um bom ministro que está fazendo um bom
trabalho? Foi raiva? Foi inveja Quando chegar a época das eleições cada um vai
para o canto que quiser”, disse o presidente.
O presidente disse que pretende pacificar a sua base no
Maranhão, que se divide entre aliados do governador Carlos Brandão, que era do
PSB e agora está sem partido, e o grupo remanescente de Flávio Dino, que deixou
a política partidária ao assumir uma cadeira no STF (Supremo Tribunal Federal).
“Se a gente brincar em
serviço, a gente acaba dando para o adversário a chance de ganhar que ele não
tem hoje. É muito difícil alguém ganhar as eleições de nós em 2026, o governo
vai terminar muito bem, o Brasil está vivendo um momento excepcional”, afirmou
o presidente.
