Ex-Policial Militar é Preso em Operação Contra Fraude em Concursos Públicos
A Polícia Federal deflagrou uma operação em 16 estados brasileiros, incluindo a Paraíba, para desarticular um esquema de fraude em concursos públicos. O ex-policial militar Wanderlan Limeira de Sousa, de 44 anos, é apontado como um dos líderes da organização criminosa e foi preso preventivamente em um hospital de Campina Grande.
Wanderlan tem uma ficha criminal extensa, incluindo crimes como homicídio, peculato, concussão, roubo majorado, abuso de autoridade e uso de documento falso. Ele foi expulso da Polícia Militar da Paraíba em 2021 após ser condenado a seis anos de prisão por tortura.
A Polícia Federal investiga a participação de Wanderlan em vários concursos fraudulentos, incluindo o Concurso Nacional Unificado (CNU) de 2024, onde foi aprovado para o cargo de auditor fiscal do trabalho com salário inicial de R$ 22,9 mil. No entanto, ele não compareceu ao curso de formação.
Participação de Familiares:
A investigação apontou que Wanderlan contava com o apoio de familiares para manter o esquema ativo. Seus irmãos, Valmir Limeira de Sousa e Antônio Limeira das Neves, a cunhada Geórgia de Oliveira Neves e a sobrinha Larissa de Oliveira Neves ocupavam funções distintas dentro da estrutura.
Larissa, inclusive, foi aprovada no CNU e era usada como "vitrine" para atrair novos interessados. A aprovação de Wanderlan em vários concursos reforçava a ideia de que o método era infalível.
Operação e Resultados:
A operação resultou na prisão de Wanderlan e na desarticulação do grupo criminoso. A Polícia Federal investiga a participação de outras pessoas no esquema e calcula que cada aprovação fraudulenta em carreiras como auditor fiscal ou policial pode gerar prejuízo de milhões de reais ao longo de décadas de serviço.
A defesa de Wanderlan afirmou que aguarda o acesso à íntegra dos autos para tomar conhecimento das acusações. A operação demonstra o compromisso da Polícia Federal em combater crimes que afetam a administração pública e a sociedade
Wanderlan tem uma ficha criminal extensa, incluindo crimes como homicídio, peculato, concussão, roubo majorado, abuso de autoridade e uso de documento falso. Ele foi expulso da Polícia Militar da Paraíba em 2021 após ser condenado a seis anos de prisão por tortura.
A Polícia Federal investiga a participação de Wanderlan em vários concursos fraudulentos, incluindo o Concurso Nacional Unificado (CNU) de 2024, onde foi aprovado para o cargo de auditor fiscal do trabalho com salário inicial de R$ 22,9 mil. No entanto, ele não compareceu ao curso de formação.
Participação de Familiares:
A investigação apontou que Wanderlan contava com o apoio de familiares para manter o esquema ativo. Seus irmãos, Valmir Limeira de Sousa e Antônio Limeira das Neves, a cunhada Geórgia de Oliveira Neves e a sobrinha Larissa de Oliveira Neves ocupavam funções distintas dentro da estrutura.
Larissa, inclusive, foi aprovada no CNU e era usada como "vitrine" para atrair novos interessados. A aprovação de Wanderlan em vários concursos reforçava a ideia de que o método era infalível.
Operação e Resultados:
A operação resultou na prisão de Wanderlan e na desarticulação do grupo criminoso. A Polícia Federal investiga a participação de outras pessoas no esquema e calcula que cada aprovação fraudulenta em carreiras como auditor fiscal ou policial pode gerar prejuízo de milhões de reais ao longo de décadas de serviço.
A defesa de Wanderlan afirmou que aguarda o acesso à íntegra dos autos para tomar conhecimento das acusações. A operação demonstra o compromisso da Polícia Federal em combater crimes que afetam a administração pública e a sociedade
