Membros de mafia italiana são denúnciados por esquemas de lavagem de dinheiro na Paraíba
Nesta terça-feira (17), seis brasileiros e três italianos
foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por organização criminosa
internacional e lavagem de dinheiro para a máfia italiana. Uma das formas do
grupo de lavar o dinheiro proveniente de diversos crimes era adquirindo
imóveis. Na Paraíba foram identificados apartamentos em Cabedelo e uma casa de
luxo em um Resort em Bananeiras. Esta denúncia, é resultado da Operação
Arancia, que investigou uma ramificação da Cosa Nostra, uma das maiores
organização mafiosas da Itália que atua no Brasil, especialmente no Rio Grande
do Norte e na Paraíba.
Segundo o MPF, Giuseppe Calvaruso é apontado como líder da máfia Cosa Nostra no Brasil, orquestrando esquemas de remessa e lavagem de ativos ilícitos sicilianos. Ele contou com a colaboração fundamental de Giuseppe Bruno e Pietro Ladogana. Pietro que junto a sua então companheira utilizava de empresas e funcionários “laranjas”, além de transferências fictícias, para receber e investir recursos da máfia italiana aqui no Brasil, ela continuou as ações, mesmo após a prisão de Ladogana.
Além de líderes mafiosos, Cosa Nostra contou com a participação de diversos “laranjas” que dificultaram o rastreamento, dos recursos ilícitos. Esses “laranjas”, assumiram posições estratégicas em empresas de fachada chegando a serem “sócios”, mesmo sem ter experiência profissional, rendimentos ou patrimônio compatíveis com os recursos movimentados, dentre esses “laranjas” estão Sara da Silva Barros, companheira de Giuseppe Bruno; Jonas Lopes Barros, meio-irmão de Sara; Ene Maria de Oliveira, irmã de Sara; Regina Souza que foi companheira de Pietro Ladogana e Glaúcia Figueiredo.
Segundo o MPF, Giuseppe Calvaruso é apontado como líder da máfia Cosa Nostra no Brasil, orquestrando esquemas de remessa e lavagem de ativos ilícitos sicilianos. Ele contou com a colaboração fundamental de Giuseppe Bruno e Pietro Ladogana. Pietro que junto a sua então companheira utilizava de empresas e funcionários “laranjas”, além de transferências fictícias, para receber e investir recursos da máfia italiana aqui no Brasil, ela continuou as ações, mesmo após a prisão de Ladogana.
Além de líderes mafiosos, Cosa Nostra contou com a participação de diversos “laranjas” que dificultaram o rastreamento, dos recursos ilícitos. Esses “laranjas”, assumiram posições estratégicas em empresas de fachada chegando a serem “sócios”, mesmo sem ter experiência profissional, rendimentos ou patrimônio compatíveis com os recursos movimentados, dentre esses “laranjas” estão Sara da Silva Barros, companheira de Giuseppe Bruno; Jonas Lopes Barros, meio-irmão de Sara; Ene Maria de Oliveira, irmã de Sara; Regina Souza que foi companheira de Pietro Ladogana e Glaúcia Figueiredo.
