Libertação de Reféns: Hamas e Israel Cumprem Acordo
O grupo Hamas libertou 20 reféns israelenses em troca da libertação de 1.968 prisioneiros palestinos por Israel. A libertação ocorreu em duas etapas, no norte e sul de Gaza, e marca um passo importante no acordo de cessar-fogo mediado pelos EUA.
Os reféns libertados foram divididos em dois grupos: sete foram libertos no norte de Gaza e treze no sul. Todos os reféns vivos foram libertos, mas os corpos dos que morreram ainda não foram entregues a Israel. A Cruz Vermelha está a caminho de Gaza para recolher os corpos dos reféns devolvidos pelo Hamas.
O acordo prevê a libertação de reféns em troca de prisioneiros palestinos e o fim das hostilidades. O presidente americano, Donald Trump, assinou o documento de cessar-fogo em uma cúpula de líderes para a paz em Gaza. A libertação dos reféns faz parte do plano elaborado pelos EUA para encerrar a guerra em Gaza.
A libertação dos reféns foi amplamente elogiada por líderes internacionais. A Casa Branca classificou o episódio como um "marco na reconstrução da paz no Oriente Médio". A União Europeia pediu "moderação e cumprimento integral do cessar-fogo".
O acordo prevê o início de conversas para a fase 2, que deve tratar da retirada completa das forças israelenses de Gaza, o fim do bloqueio humanitário e o desarmamento gradual de facções armadas palestinas. No entanto, o clima permanece instável, com sirenes soando no norte de Israel após disparos de foguetes isolados vindos do Líbano.
A recuperação dos reféns libertos exigirá meses ou anos de acompanhamento especializado. Organizações civis de direitos humanos pedem a ampliação do acordo para incluir civis palestinos desaparecidos e o fim das operações militares remanescentes em Gaza.
