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João Pessoa

Estação Cabo Branco reabre torre com exposições e mostra gratuitas nesta quarta-feira

Por Redação 04 de dezembro de 2024, 13:41
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Divulgação: Kleide Teixeira
Divulgação: Kleide Teixeira
A torre de exposições da Estação Cabo Branco será reaberta nesta quarta-feira (4), às 14h30, com três exposições e uma mostra. O acesso é totalmente gratuito, e o espaço estará disponível ao público de terça a sexta, das 9h às 18h, e nos fins de semana, das 10h às 18h.

As exposições que compõem a programação são: “Cada Cabeça é um Mundo”, “Descaminhos, Imagem e Deriva” e “A Metamorfose”. Além disso, a mostra “Quando a Gente Chorou Vendo o Sol se Pôr” também estará em exibição.

Cada Cabeça é um MundoA exposição assinada por João Neto propõe uma reflexão sobre a individualidade e a influência do ambiente em nossas vidas. Por meio de suas obras, o artista busca explorar a singularidade humana, ressaltando que, apesar das tentativas de replicar os passos de outras pessoas, o destino de cada indivíduo é único.

De acordo com o autor, seus trabalhos abordam a pluralidade dos pensamentos, as decisões tomadas ao longo da vida e as consequências que moldam cada trajetória. João Neto define sua arte como um convite para descobrir o universo interno que habita em cada mente.

Descaminhos, Imagem e DerivaDaniel da Hora apresenta “Descaminhos, Imagem e Deriva”, um projeto que se baseia no conceito do filósofo francês Guy Debord, onde a exploração de ambientes urbanos ocorre sem um itinerário pré-estabelecido. O artista desenvolveu o trabalho entre 2023 e 2024, utilizando diversas técnicas como fotografia, desenho e pintura.

Em sua produção, Daniel utilizou gravuras e pinturas para captar o caos da paisagem urbana, transformando-o em expressões visuais que destacam contrastes e texturas. Ele afirma que essa abordagem resultou em um novo olhar sobre a relação entre o movimento urbano e a arte.

A MetamorfoseInspirada na obra clássica de Franz Kafka, publicada em 1915, a exposição de Odegine Graça explora as nuances da transformação e da aceitação. O público é convidado a refletir sobre os limites entre o familiar e o desconhecido, enquanto mergulha na história de Gregor Samsa, personagem que se transforma em um inseto em um dia comum.

Odegine utiliza sua arte para reinterpretar a narrativa, trazendo um olhar profundo sobre as mudanças físicas e emocionais que afetam tanto Gregor quanto aqueles ao seu redor. A exposição também enfatiza as complexidades da convivência humana.

Quando a Gente Chorou Vendo o Sol se PôrJoão Peregrino utiliza uma combinação de técnicas, como nanquim concentrado, aquarela, pastel seco e costura com linhas coloridas, para criar a mostra “Quando a Gente Chorou Vendo o Sol se Pôr”. A série apresenta retratos de sua companheira, capturados por diferentes ângulos e perspectivas.

O artista revela que buscou unir arte e afeto, expressando as emoções envolvidas nos relacionamentos humanos. Ele considera seu trabalho uma tentativa de traduzir, em imagens, a essência do amor.