Risco de Colapso: MPF Pede Demolição de Prédio Abandonado no Hotel Cabo Branco
O Ministério Público Federal (MPF) solicitou à Justiça a demolição da estrutura inacabada do antigo Hotel Cabo Branco, localizada na Comunidade Vitória, no bairro Altiplano, em João Pessoa, devido ao risco iminente de colapso e ameaça à segurança pública. O prédio, abandonado há décadas, pode afetar cerca de 200 famílias que vivem no entorno.
De acordo com laudos técnicos da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil de João Pessoa, a estrutura do prédio está em "estágio gradual de instabilidade", com "setores em colapso estrutural" e "risco iminente de acidentes". Há também risco de descargas elétricas, com ameaça real à segurança pública.
O MPF pede que o Município de João Pessoa apresente um plano detalhado de demolição da estrutura em até um mês, incluindo medidas de evacuação e estratégias para isolamento da área. A prefeitura também deve cadastrar as famílias que moram no prédio ou em casas que possam ser impactadas e garantir o pagamento de auxílio aluguel durante o período necessário.
A demolição integral do prédio deve acontecer em até dois meses, sob supervisão técnica especializada, e um novo plano de uso e ocupação do solo deve ser elaborado em até 90 dias, junto com a comunidade.
De acordo com laudos técnicos da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil de João Pessoa, a estrutura do prédio está em "estágio gradual de instabilidade", com "setores em colapso estrutural" e "risco iminente de acidentes". Há também risco de descargas elétricas, com ameaça real à segurança pública.
O MPF pede que o Município de João Pessoa apresente um plano detalhado de demolição da estrutura em até um mês, incluindo medidas de evacuação e estratégias para isolamento da área. A prefeitura também deve cadastrar as famílias que moram no prédio ou em casas que possam ser impactadas e garantir o pagamento de auxílio aluguel durante o período necessário.
A demolição integral do prédio deve acontecer em até dois meses, sob supervisão técnica especializada, e um novo plano de uso e ocupação do solo deve ser elaborado em até 90 dias, junto com a comunidade.
