João Pessoa, PB | Terça, 20 de Outubro de 2026
Últimas notícias Ver todas
Novidade

STF exige esclarecimentos sobre supersalários em tribunais estaduais

Por Redação 06 de julho de 2026, 17:11
Compartilhar: Link copiado
Divulgação: Internet
Divulgação: Internet
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que não houve interferência política na decisão que anulou o cartão vermelho do atacante Folarin Balogun, da seleção dos Estados Unidos, durante partida contra a Bósnia e Herzegovina pela Copa do Mundo.

A declaração foi dada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmar que fez um pedido à entidade para revisão da expulsão. Infantino admitiu ter recebido uma ligação de Trump, mas reforçou que apenas informou que o caso estava sob análise do Comitê Disciplinar da Fifa, destacando a independência das decisões internas.

Em resposta às críticas, Trump negou qualquer interferência política e afirmou que apenas solicitou uma revisão do lance, que classificou como injusto. Segundo ele, a intenção era questionar a marcação e não influenciar a decisão da entidade.

O cartão vermelho foi aplicado pelo árbitro brasileiro Raphael Claus, após revisão do VAR, em razão de um pisão no tornozelo do jogador Muharemovic. A expulsão ocorreu durante a partida entre Estados Unidos e Bósnia e Herzegovina.

A decisão de anular a suspensão gerou repercussão internacional e dividiu opiniões dentro do futebol. Diferentes entidades passaram a questionar os critérios utilizados pela Fifa no caso.

A Federação Belga de Futebol contestou a liberação do jogador, alegando não ter recebido explicações formais da Fifa e afirmando que o regulamento prevê suspensão automática após cartão vermelho. A entidade informou que estuda medidas em relação ao caso.

Também houve críticas da União Europeia e da Uefa, enquanto o técnico da seleção dos Estados Unidos, Mauricio Pochettino, considerou a expulsão injusta e afirmou que sua equipe foi prejudicada durante a partida.