Segundo delegado, operação que prendeu ex-prefeita do Conde terá outras fases
A ex-prefeita do Conde, Tatiana Lundgren Correa de Oliveira, foi levada para o Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil (GOE) logo após ser presa na manhã desta terça-feira (6). Em entrevista, o delegado Allan Murilo Terruel, disse que a operação que prendeu a ex-prefeita terá outras frases após mais investigações. “Há possibilidade de novas pessoas serem apreendidas nas próximas fases porque na medida em que a gente dá um salto e se aprofunda, automaticamente alguns deles realizam colaborações e possibilitam a promoção de novas pessoas que devem ser atingidas”, disse.
O delegado explicou que Tatiana e o ex-procurador do Conde, que também foi preso, Francisco Cavalcante Gomes, foram denunciados pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, peculato, entre outros delitos. O ex-procurador também teve documentos apreendidos durante a operação. “Ele (Francisco Cavalcante) colocou alguns documentos em seu veículo, estacionou atrás de sua casa e colocou a chave em cima do pneu, sugerindo algum tipo de subterfúgio para retirar a possibilidade da polícia encontrar coisas que devem ter valor. Mas elas foram arrecadadas, serão apreendidas e posteriormente analisadas”, comentou o delegado.
A defesa de Tatiana informou que irá pedir um habeas corpus para que ela responda às acusações em liberdade. Segundo o advogado da ex-prefeita, Rembrandt Asfora, não há elementos suficientes para mantê-la presa. “ Não há elementos novos na investigação. Já faz mais de um ano que a prefeita deixou o cargo eletivo que ela ocupava. Então nós percebemos que não há contemporaneidade entre os fatos da acusação e os elementos da prisão”.
Já para o delegado a investigação é independente do tempo em que os fatos ocorreram. “São fatos antigos que dizem respeito a cometimento de crimes e que merecem a todo tempo uma resposta da polícia e do Ministério Público. Fatos novos que dizem respeito a esse tipo de atividade que está sendo investigada”, disse.
O delegado explicou que Tatiana e o ex-procurador do Conde, que também foi preso, Francisco Cavalcante Gomes, foram denunciados pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, peculato, entre outros delitos. O ex-procurador também teve documentos apreendidos durante a operação. “Ele (Francisco Cavalcante) colocou alguns documentos em seu veículo, estacionou atrás de sua casa e colocou a chave em cima do pneu, sugerindo algum tipo de subterfúgio para retirar a possibilidade da polícia encontrar coisas que devem ter valor. Mas elas foram arrecadadas, serão apreendidas e posteriormente analisadas”, comentou o delegado.
A defesa de Tatiana informou que irá pedir um habeas corpus para que ela responda às acusações em liberdade. Segundo o advogado da ex-prefeita, Rembrandt Asfora, não há elementos suficientes para mantê-la presa. “ Não há elementos novos na investigação. Já faz mais de um ano que a prefeita deixou o cargo eletivo que ela ocupava. Então nós percebemos que não há contemporaneidade entre os fatos da acusação e os elementos da prisão”.
Já para o delegado a investigação é independente do tempo em que os fatos ocorreram. “São fatos antigos que dizem respeito a cometimento de crimes e que merecem a todo tempo uma resposta da polícia e do Ministério Público. Fatos novos que dizem respeito a esse tipo de atividade que está sendo investigada”, disse.
