Sérgio Queiroz anúncia que não disputará a cargo no senado na próxima eleição
O procurador da Fazenda Nacional e ex-deputado estadual, Sérgio Queiroz (Novo), anunciou nesta terça-feira (8) que não disputará uma vaga ao Senado em 2026. A decisão, segundo ele, decorre de uma análise cuidadosa do cenário político local aliada as suas obrigações religiosas ligado ao seu cargo pastoral.
Queiroz, que em 2022 integrou a chapa ao Senado pelo Novo — liderando a votação na região metropolitana de João Pessoa — e, em 2024, foi candidato a vice-prefeito ao lado de Marcelo Queiroga (PL), sinalizou que, apesar de manter interesse em participar do processo eleitoral, não pretende se empenhar totalmente na construção de sua pré-candidatura. Com isso, ele evita imobilizar recursos e abrir espaço para nomes com mais força no agrupamento conservador.
Nos bastidores, havia expectativa de que Queiroz migrasse para o PL, sigla que ganhou força regional com a chegada de Queiroga e o entendimento de lideranças como os deputados Cabo Gilberto e Wallber Virgolino, que o apoiavam como candidato natural. Contudo, a decisão de não concorrer neste momento representa um recuo estratégico, reforçando o caráter tático do seu posicionamento dentro do grupo de direita.
Agora, a articulação da chapa majoritária do campo conservador na Paraíba caminha com destaque para outros nomes — como Cabo Gilberto, que ganhou projeção como pré-candidato ao Senado, e o governador João Azevêdo (PSB), que deve oficializar sua própria candidatura nos próximos meses. A expectativa é que o Novo local reavalie seus nomes e estratégias, mantendo aberto o diálogo para possíveis coligações com PL e demais legendas à direita.
Queiroz, que em 2022 integrou a chapa ao Senado pelo Novo — liderando a votação na região metropolitana de João Pessoa — e, em 2024, foi candidato a vice-prefeito ao lado de Marcelo Queiroga (PL), sinalizou que, apesar de manter interesse em participar do processo eleitoral, não pretende se empenhar totalmente na construção de sua pré-candidatura. Com isso, ele evita imobilizar recursos e abrir espaço para nomes com mais força no agrupamento conservador.
Nos bastidores, havia expectativa de que Queiroz migrasse para o PL, sigla que ganhou força regional com a chegada de Queiroga e o entendimento de lideranças como os deputados Cabo Gilberto e Wallber Virgolino, que o apoiavam como candidato natural. Contudo, a decisão de não concorrer neste momento representa um recuo estratégico, reforçando o caráter tático do seu posicionamento dentro do grupo de direita.
Agora, a articulação da chapa majoritária do campo conservador na Paraíba caminha com destaque para outros nomes — como Cabo Gilberto, que ganhou projeção como pré-candidato ao Senado, e o governador João Azevêdo (PSB), que deve oficializar sua própria candidatura nos próximos meses. A expectativa é que o Novo local reavalie seus nomes e estratégias, mantendo aberto o diálogo para possíveis coligações com PL e demais legendas à direita.
