Governo manterá trajetória de incentivos aos setores da economia, diz Temer
O presidente da República, Michel Temer, disse nesta terça-feira (30) que o governo não irá "abandonar" as reformas e vai manter a trajetória de incentivos aos setores da economia.
"É preciso incentivar a indústria, o comércio, os serviços, o agronegócio. Essa trajetória que traçamos logo no início do nosso governo em diálogo permanente com o Congresso Nacional não será interrompida. Nela, nós seguiremos firmes em nome da agenda de reformas que não podemos e não devemos abandonar. Fazemos isso em nome dos mais de 14 milhões de desempregados", disse durante a abertura do Fórum de Investimentos Brasil 2017, em São Paulo (SP).
Para uma plateia de empresários, Temer destacou as ações que “devolveram o desenvolvimento ao Brasil”, como o controle da inflação e a recuperação do mercado de trabalho com a criação de quase 60 mil empregos em abril. "Desse caminho, nós não nos afastaremos. Houve momentos de medidas simplesmente populistas. Nós não permitiremos que voltem a colocar em risco o presente e o futuro dos brasileiros. Nosso compromisso com o Brasil é inquebrantável.”
Sobre a reforma da Previdência e a modernização da legislação trabalhista, o presidente lembrou que elas “são indispensáveis para aumentar a credibilidade e a confiança do País”. Além disso, segundo Temer, elas não retiram direitos e fazem parte das iniciativas do governo para reduzir os níveis de desemprego. Temer ainda garantiu que está “determinado a completar as reformas que estão transformando o País e abrindo novas oportunidades para todos.”
Além de empresários, também participaram do evento o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luiz Alberto Moreno; o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM); o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB ); o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira; o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Moreira Franco; o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy; o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB); e o prefeito da capital paulista, João Doria (PSDB).
