Secretário de Meio Ambiente da Prefeitura de João Pessoa Afirma que Bica Terá Reforço na Segurança, Após Acidente com Leoa e Jovem de 19 Anos
O Parque da Bica, em João Pessoa, passará por um reforço na segurança após um homem ser atacado por uma leoa no último domingo (30). A informação foi divulgada pelo secretário de Meio Ambiente da Prefeitura de João Pessoa, Welison Silveira.
Entre as medidas que serão adotadas, estão a instalação de câmeras de segurança com inteligência artificial, que já estava prevista no âmbito do programa “João Pessoa Smart City”. Além disso, o parque vai reforçar as telas de proteção no recinto dos felinos e em outros locais que abrigam animais.
O secretário também afirmou que o parque vai ampliar a comunicação visual alertando sobre o perigo e falando sobre a conduta dos animais. O recinto onde a leoa está abrigada foi projetado atendendo as normas técnicas dos órgãos de veterinários.
O muro de contenção tem uma altura de 6 metros e, com a instalação de uma ‘borda negativa’, a altura chega a 7 metros. Welison também explicou a ausência de uma tela de proteção na parte superior da jaula, afirmando que “o zoológico não é uma prisão, é um centro de reabilitação”.
O secretário destacou que os animais que estão no parque não conseguem retornar ao seu habitat natural e que as medidas de segurança visam proteger tanto os visitantes quanto os animais.
Entre as medidas que serão adotadas, estão a instalação de câmeras de segurança com inteligência artificial, que já estava prevista no âmbito do programa “João Pessoa Smart City”. Além disso, o parque vai reforçar as telas de proteção no recinto dos felinos e em outros locais que abrigam animais.
O secretário também afirmou que o parque vai ampliar a comunicação visual alertando sobre o perigo e falando sobre a conduta dos animais. O recinto onde a leoa está abrigada foi projetado atendendo as normas técnicas dos órgãos de veterinários.
O muro de contenção tem uma altura de 6 metros e, com a instalação de uma ‘borda negativa’, a altura chega a 7 metros. Welison também explicou a ausência de uma tela de proteção na parte superior da jaula, afirmando que “o zoológico não é uma prisão, é um centro de reabilitação”.
O secretário destacou que os animais que estão no parque não conseguem retornar ao seu habitat natural e que as medidas de segurança visam proteger tanto os visitantes quanto os animais.
