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FECINE 2024: Festival de cinema do nordeste oferece programação gratuita até 19 de outubro em Areia

Por Redação 14 de outubro de 2024, 16:57
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Divulgação: Internet
Divulgação: Internet
A programação do Festival de Cinema do Nordeste Brasileiro (FECINE) começa nesta segunda-feira (14) em Areia, no Brejo da Paraíba, e será totalmente gratuita, oferecendo diversas atividades voltadas para o audiovisual até o dia 19 de outubro.

Em sua 1ª edição, o FECINE busca promover debates sobre a produção cinematográfica do Nordeste. A programação conta com palestras, mesas redondas, oficinas e debates, que visam fortalecer a rede de apoio ao cinema nordestino e aproximar realizadores e público.

Nesta segunda-feira, a Mostra Competitiva de Curta-metragens será realizada das 14h às 16h na Sala de Exibição Ely Marques, com as seguintes produções: “Samuel Foi Trabalhar” (17’ - FIC), “Um Sertão Profundo” (17’ - DOC) e “O Presente de Cecília” (22’50” - ANIMAÇÃO). À noite, das 19h às 21h45, ocorrerá a Abertura Oficial do Festival, com homenagem a Orlando Senna e a exibição do filme “Longe do Paraíso” (103’ - FIC).

Na terça-feira (15), das 08h30 às 12h, será realizada uma oficina sobre Produção Criativa de Baixo Orçamento, com Sol Moraes, na Escola Estadual José Américo de Almeida. Às 11h, haverá um debate com realizadores no Teatro Minerva sobre os filmes do dia anterior. Às 14h, as Mostras Competitivas continuarão na Sala de Exibição Ely Marques, apresentando “Ao Redor de Casa” (18’ - DOC) e “Os Maluvidos” (73’ - FIC). Às 15h50, na Espaço das Artes Machado Bitencourt, será exibida a exposição “Eis um Frame”, de João Carlos Beltrão. Às 19h, as mostras competitivas serão retomadas, com “De Noite, na Cama” (15’ - FIC) e “Procura-se Meteorango Kid: Vivo ou Morto” (99’ - DOC).

Na quarta-feira (16), as atividades se repetem na Escola Estadual José Américo de Almeida, com oficinas de Produção Criativa de Baixo Orçamento e Atuação, ambas com Sol Moraes e Pattrícia de Aquino, respectivamente, às 08h30 e às 11h. O debate com realizadores acontecerá às 14h, seguido das Mostras Competitivas, que trarão “Do Tanto de Telha no Mundo” (26’26” - FIC) e “Três Dias como Mestre” (61’ - DOC) na Sala de Exibição Ely Marques. O lançamento dos livros “Das Garagens para o Mundo”, de Marcelo Ikeda, e “Cinema Paraibano e Gênero”, organizado por Virgínia Gualberto, ocorrerá às 19h, seguido pelas mostras com “Diálogos Indígenas do Nosso Tempo” (20’16” - DOC) e “A Matriarca” (77’ - FIC).

Na quinta-feira (17), o festival continuará com as oficinas na Escola Estadual José Américo de Almeida, nas mesmas condições dos dias anteriores, além do debate com realizadores às 11h. Às 14h, as Mostras Competitivas trarão “A Pisada É Delas – Mulheres do Coração Nazareno” (22’ - DOC) e “Silêncio da Singularidade” (61’ - FIC). Às 15h50, ocorrerá uma mesa redonda sobre “Produção Cinematográfica Nordestina Contemporânea” na Sala de Exibição Ely Marques. Às 19h, as mostras competitivas exibirão “La Caramella” (9’ - DOC), “Queima Minha Pele” (19’ - FIC) e “Reggae Resistência” (60’ - DOC).

Na sexta-feira (18), as oficinas novamente acontecerão na Escola Estadual José Américo de Almeida, seguindo o cronograma anterior. Às 14h, os debates com realizadores estarão de volta na Sala de Exibição Ely Marques, seguidos pelas Mostras Competitivas com “Movimentos Migratórios” (14’ - FIC) e “Cordelina” (70’ - DOC) às 15h50. A mesa redonda sobre “História e Crítica do Cinema Nordestino” ocorrerá às 19h, juntamente com as mostras competitivas que trarão “Berço” (20’ - DOC) e “Café, Pépi e Limão” (81’ - FIC).

O festival será encerrado no sábado (19), com as últimas oficinas pela manhã, das 08h30 às 12h, e um debate às 14h no Teatro Minerva. À noite, das 19h às 22h, a cerimônia de encerramento prestará homenagem a Vânia Perazzo e exibirá o filme “O que os Olhos Não Veem” (80’ - FIC), além da premiação das mostras competitivas.